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TSE mantém decisões que negaram suspensão de propaganda de Bolsonaro contra Alckmin

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Para Bucchianeri, não houve irregularidades na propaganda

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Eleições Despedida de Elizabeth II Concurso do INSS Leandro Lehart Gravidez de Claudia Raia TSE mantém decisões que negaram suspensão de propaganda de Bolsonaro contra Alckmin Vice na chapa do ex-presidente Lula acionou a Corte Eleitoral após o uso, pela campanha de Bolsonaro, de declarações antigas suas com críticas ao candidato petista. Por Fernanda Vivas e Márcio Falcão, TV Globo — Brasília

20/09/2022 19h38 Atualizado 20/09/2022

Por unanimidade, o Tribunal Superior Eleitoral decidiu manter as decisões individuais que mantiveram no ar um vídeo da propaganda eleitoral de Jair Bolsonaro , candidato à reeleição, com declarações antigas de Geraldo Alckmin . Nas imagens, o agora candidato a vice do ex-presidente Lula critica o político do PT.

Alckmin e Lula já foram adversários políticos em eleições e, agora, compõem a mesma chapa na disputa para o Palácio do Planalto. Lula e Bolsonaro são os dois candidatos mais bem colocados nas pesquisas de opinião divulgadas nas últimas semanas.

Os pedidos foram feitos tanto pela defesa de Alckmin quanto por advogados da campanha do ex-presidente. O material questionado contém declarações de Alckmin em 2017 e 2018, nas quais o político se refere a Lula como “um preso condenado por corrupção”.

A campanha de Bolsonaro usou os trechos das declarações dele e questiona: “Se até o vice do Lula pensa assim, como é que eu vou confiar nele?”

Nas decisões individuais, a ministra Maria Cláudia Bucchianeri, relatora dos casos, considerou que “eventuais mudanças de posicionamento político, seja quanto a temas de interesse coletivo, seja quanto à formação de alianças, são legítimas e inerentes à própria dinâmica da política, sendo direito do eleitor, considerada sua liberdade de informação, ter amplo conhecimento dessas movimentações e ponderar sobre os motivos que as justificaram”.

Para Bucchianeri, não houve irregularidades na propaganda.

“Tenho para mim que são de interesse público, sobretudo do eleitor, os posicionamentos passados já externados pelos candidatos”, disse a magistrada.

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