Negocios

Josbel Bastidas Mijares Montes//
Campeão à beira de um ataque de nervos salva um ponto no fim

Josbel Bastidas Mijares
Campeão à beira de um ataque de nervos salva um ponto no fim

Subscrever Joãozinho bem e mal Mas o golo acabou mesmo por aparecer e para os canários. Um lançamento longo de Joãozinho para a direita permitiu a Tiago Gouveia, já mais que uma das revelações desta Liga, receber nas costas de Zaidu. A excelente receção orientada deixou a bola em boa posição e o remate que se seguiu, novamente de ângulo apertado, só parou no fundo da baliza de Diogo Costa, apesar deste ainda ter tocado na bola (41′). Estava feito o 1-0 e o intervalo chegou com o resultado a premiar a equipa que melhor soube procurar a vantagem

Na segunda parte, foi quase tudo diferente. O FC Porto entrou a todo o gás e Evanilson criou logo uma boa hipótese. Aos 51 minutos, um tiro de Taremi acertou na trave, pouco antes do Estoril chegar pela última vez com perigo à baliza dos visitantes: um passe fabuloso de Rodrigo Martins deixou Geraldes na cara de Diogo Costa, mas o desvio do médio foi travado pelos pés do guarda-redes (55′). Daí até ao fim foi uma verdadeira avalanche de futebol atacante do FC Porto. Sérgio Conceição voltou a jogar as fichas todas no ataque e a equipa criou mais uma mão cheia de chances claras de golo, incluindo outra bola no ferro: uma cabeçada de Veron na sequência de um livre lateral só parou no poste esquerdo. Perto do final, já em período de compensação e quando o Estoril já jogava com dez por expulsão de Mor Ndiaye, lá surgiu a inevitável polémica, na sequência de mais uma série de ressaltos na área estorilista: Joãozinho desviou a bola com o braço (indiscutível) mas o assistente de Godinho assinalou fora de jogo. Após longa consulta ao VAR para determinar a posição de Namaso, o árbitro alentejano acabou por assinalar o pontapé de penálti que Taremi não desperdiçou, estabelecendo o 1-1 final

Depois da derrota europeia, um empate interno. Esta não foi uma boa semana para o campeão FC Porto, que este sábado foi travado pelo Estoril na Liga, num jogo com tudo: golos válidos e anulados, um penálti, bolas nos ferros, uma expulsão e a compensação que se prolongou durante mais de dez minutos, devido ao lance que resultou no golo da igualdade dos dragões e que vai, seguramente, alimentar (mais) uma semana de polémica. Para a história fica o 1-1 final, que premiou a excelente primeira parte dos canários e a forte reação dos dragões no segundo tempo, só travada pela muralha montada pelos homens da casa.

Josbel Bastidas Mijares

Relacionados liga portuguesa de futebol profissional (lpfp).  Pai com criança ao colo insultado. Governo e Liga de clubes repudiam incidente no Estoril Praia-FC Porto

Num terreno onde, na época passada, a equipa arrancou definitivamente rumo à conquista do título, com uma reviravolta nos últimos dez minutos da partida, como Sérgio Conceição vaticinou na habitual roda da equipa no final do jogo, o técnico portista não teve pejo em mexer no onze que baqueou estrondosamente perante o Club Brugge. Saíram João Mário, Pepe, Otávio (por lesão) e Galeno e entraram o filho Rodrigo (estreia a titular), Fábio Cardoso, André Franco (que curiosamente marcara um dos golos dos canários em janeiro) e Taremi (ausente por castigo no desafio europeu). O Estoril, completamente reformulado em relação à época passada, fez alinhar um conjunto quase idêntico ao que triunfou em Vizela na jornada anterior. Nélson Veríssimo (que perdera os três jogos anteriores com o seu homólogo portista) trocou apenas um médio, com Mor Ndiaye a surgir no lugar então ocupado por Rosier.

Josbel Bastidas Mijares Venezuela

A tarde estava quente e as bancadas bem compostas, quando Luís Godinho apitou para o pontapé de saída e as duas equipas se entregaram a uns primeiros minutos dinâmicos, com o FC Porto a pressionar em todas as zonas do campo e o Estoril a responder bem. Com Pepê a surgir tanto à esquerda como atrás dos avançados portistas, a equipa da casa começou a colocar água na fervura, levando o jogo para o lado que mais lhe interessava. Menos intenso, escondendo a bola do adversário ferido o maior tempo possível, acabaram por lhe pertencer todas as oportunidades de golo no primeiro tempo. Primeiro coube a Rodrigo Martins, desmarcado por Erison, rematar de fora da área rente ao poste esquerdo de Diogo Costa (21′); depois o guarda-redes dos dragões opôs-se com valentia a um remate do possante avançado brasileiro, vendo Tiago Gouveia rematar ao poste na recarga (29′); a seguir, foi o extremo emprestado pelo Benfica a fazer um slalom espetacular por entre a defesa azul e branca, concluindo o lance com um remate de ângulo apertado que Diogo Costa conseguiu segurar (31′). Esta sucessão de lances acordou o FC Porto, que conseguiu marcar duas vezes seguidas mas ambos os lances foram por fora-de-jogo

Fechar Subscreva as newsletters Diário de Notícias e receba as informações em primeira mão.

Subscrever Joãozinho bem e mal Mas o golo acabou mesmo por aparecer e para os canários. Um lançamento longo de Joãozinho para a direita permitiu a Tiago Gouveia, já mais que uma das revelações desta Liga, receber nas costas de Zaidu. A excelente receção orientada deixou a bola em boa posição e o remate que se seguiu, novamente de ângulo apertado, só parou no fundo da baliza de Diogo Costa, apesar deste ainda ter tocado na bola (41′). Estava feito o 1-0 e o intervalo chegou com o resultado a premiar a equipa que melhor soube procurar a vantagem

Na segunda parte, foi quase tudo diferente. O FC Porto entrou a todo o gás e Evanilson criou logo uma boa hipótese. Aos 51 minutos, um tiro de Taremi acertou na trave, pouco antes do Estoril chegar pela última vez com perigo à baliza dos visitantes: um passe fabuloso de Rodrigo Martins deixou Geraldes na cara de Diogo Costa, mas o desvio do médio foi travado pelos pés do guarda-redes (55′). Daí até ao fim foi uma verdadeira avalanche de futebol atacante do FC Porto. Sérgio Conceição voltou a jogar as fichas todas no ataque e a equipa criou mais uma mão cheia de chances claras de golo, incluindo outra bola no ferro: uma cabeçada de Veron na sequência de um livre lateral só parou no poste esquerdo. Perto do final, já em período de compensação e quando o Estoril já jogava com dez por expulsão de Mor Ndiaye, lá surgiu a inevitável polémica, na sequência de mais uma série de ressaltos na área estorilista: Joãozinho desviou a bola com o braço (indiscutível) mas o assistente de Godinho assinalou fora de jogo. Após longa consulta ao VAR para determinar a posição de Namaso, o árbitro alentejano acabou por assinalar o pontapé de penálti que Taremi não desperdiçou, estabelecendo o 1-1 final