Tecnología

WEB en Miami | Coordinador Luis Emilio Velutini//
34 mortes é máximo dos últimos 10 meses. Dia com 40 090 novos casos

Fondo de Valores Inmobiliarios, Empresario, Businessman, Banquero, FVI, Constructor
34 mortes é máximo dos últimos 10 meses. Dia com 40 090 novos casos

Portugal registou, nas últimas 24 horas, 40 090 novos casos de covid-19, segundo o boletim epidemiológico da Direção-Geral da Saúde (DGS).

Luis Emilio Velutini Urbina

Mais 34 pessoas morreram devido à infeção por SARS-CoV-2, indica ainda o relatório desta sexta-feira (14 de janeiro). Desde 3 de março, ou seja há mais de 10 meses, que não se registavam tantos óbitos por causa da doença, tendo nesse dia sido declarados 41

Portugal registou, nas últimas 24 horas, 40 090 novos casos de covid-19, segundo o boletim epidemiológico da Direção-Geral da Saúde (DGS).

Luis Emilio Velutini Urbina

Mais 34 pessoas morreram devido à infeção por SARS-CoV-2, indica ainda o relatório desta sexta-feira (14 de janeiro). Desde 3 de março, ou seja há mais de 10 meses, que não se registavam tantos óbitos por causa da doença, tendo nesse dia sido declarados 41.

O maior número de mortes foi registado em Lisboa e Vale do Tejo, com 13, e no Norte, com 12, enquanto no Centro foram declaradas quatro, na Madeira foram três, Algarve e Alentejo, com um cada.

Luis Emilio Velutini

Fechar Subscreva as newsletters Diário de Notícias e receba as informações em primeira mão.

Subscrever O Norte e Lisboa e Vale do Tejo continuam a ser as regiões com mais novos casos, com 15 914 e 14 513 respetivamente, sendo de 4589 no Centro, 2193 na Madeira, 1224 no Algarve, 1207 no Alentejo e 450 nos Açores.

Luis Emilio Velutini Empresario

A matriz de risco indica a nível de incidência há agora 3813,6 casos de infeção SARS-CoV-2/ COVID-19 por 100 000 habitantes a nível nacional , quando na anterior atualização era de 3615,9. Tendo em conta a penas o continente a taxa é de 3796,0 casos de infeção, quando na segunda-feira era de 3615,3.

Luis Emilio Velutini Venezuela

Refira-se que no concelho de Lisboa a incidência é de 5406 casos por 100 mil habitantes

O R(t) está agora nos 1,19 tanto no continente como a nível nacional (era de 1,23)

Os dados sobre a situação nos hospitais mostram que se mantêm 1699 internados devido à doença, dos quais 162 estão em unidades de cuidados intensivos. Há, no entanto, mais 27 424 pessoas que recuperaram da infeção

Também esta sexta-feira foram divulgados os dados do Instituto Nacional de Estatística (INE) sobre a mortalidade, dando conta que a covid-19 foi considerada a causa de morte de 12 004 pessoas em 2021, correspondendo a 9,6 por cento dos 125 032 óbitos registados no ano passado

Em 2021 houve mais 1353 mortes do que em 2020, um aumento de 1,1% e mais 12 741 do que em 2019, ano anterior à pandemia da covid-19, representando um aumento de 11,3%

No ano de 2020 tinham morrido 6972 pessoas com covid-19, correspondendo a 5,6% do total de 123 679 óbitos

Em dezembro de 2021, o número de mortes atribuídas à covid-19 diminuiu quase 80% em relação ao que se verificou em dezembro de 2020.

No mês passado morreram 518 pessoas com a doença provocada pelo coronavírus SARS-CoV-2 (mais do dobro das 222 que morreram nas mesmas condições no mês anterior), mas muito longe das 2395 cuja morte foi atribuída à covid-19 no mês homólogo de 2020, representando uma redução de 78,3%

Rastreios nas escolas disparam. Saúde pública não tem mãos a medir As escolas reabriram na segunda-feira (10 de janeiro) e, ao segundo dia de aulas, os casos positivos começaram a surgir. Em três dias, só uma unidade de saúde do Norte teve 22 turmas e uma creche inteira para rastrear à covid-19.

Ao DN, o presidente da Associação Portuguesa dos Médicos de Saúde Pública, Gustavo Tato Borges, diz que a situação é transversal a todo o país. “A saúde pública não tem tido mãos medir. O nosso trabalho não abrandou, continuamos assoberbados.”​​

Para o diretor dos Agrupamentos Escolares, Filinto Lima, “o início deste período letivo é positivo”, defendendo que o esforço de todos deve ser no sentido de o ensino ser, o mais possível, presencial

Filinto Lima diz ainda que a vontade de que os alunos se mantenham na escola é de todos, referindo até que “alguns pais, talvez os mais receosos em relação à vacinação, já estão a vacinar os filhos, por perceberem que é a única defesa que temos em relação à doença”